Sempre ouvir dizer que devo evitar os nomes estranhos dos rótulos, mas será que devo?

Esta corrente ideológica que nos incita a evitar alimentos cujos ingredientes não nos sejam familiares pode nem sempre ser mais correta, pois o suposto “estranho” não tem de ser “prejudicial”.

Exemplo:

Isto é um exemplo que os “nomes estranhos” são propriedades adicionais, sendo uma mais valia. Não façam dos alimentos um demónio, entendam o que significam, pesquisem ou perguntem.

E por aí, já se tinham surpreendido com estes nomes “complicados” dos rótulos?